12 de junho de 2010


Apetece-me dizer uma GRANDE asneira, apetece gritar bem alto a dita asneira! ONTEM, ontem meu Deus, correu-me cá dentro uma paz de espirito, ao mesmo tempo que uma alegria intensa me fazia brotar um sorriso e riso (também) tão descontrolado que me soube pela vida, sentada num habitual sofá de um habitual café onde tenho por habito ir, renasceu em mim alguma prespectiva de vida futura tão feliz, que me tira do desassossego de largos meses. Olho para as próximas semanas de exames com optimisto (ainda que duvidoso), para as minhas relações com clareza sem culpas e confesso: não devo, para o proximo ano com esperança e força, para o outro ano a seguir, ai esse ano(!), se tudo me correr mais ou menos como desejo, a mim e aos papas, estou eu prestes a fazer contas à vida, deixar metade de mim aqui por Lisboa (a minha querida e tão amada "cidade perfeita") e de malas feitas a caminho de Coimbra, da Faculdade de Letras de Coimbra, este nome é pesado, cheira-me a responsabilidade, a controlo e descontrolo, a euforia e sossego, a felicidade e saudade, mas cheira-me especialmente ao primeiro de muitooos destinos onde quero desembarcar com as malas na mão, um ventil na boca e uma nota no bolso. Só e só isto, quer dizer e mais, mas nisso não quero pensar agora... Ai que eu me sinto tão bem, tão bem. Aúúúú!

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