Era sexta-feira à tarde, chovia o suficiente, e estavamos três raparigas normais como quaisquer outras raparigas, que por vezes desabafam a sua imaginação mais ousada, os seus desejos mais secretos e devaneiam sobre a naturalidade que é o sexo.
Eram sensivelmente cinco da tarde e a seguir esparava-nos uma horinha de exercício, isto equivale ao último dia da semana, ao final de tarde desse mesmo dia, ao cansaço e stress já a expressar-se apenas através do riso e de piadas conseguidas.
Iniciamos a conversa por um mero a caso, e o estado de impaciência para regras de etiqueta, para a complexidade natural (de que partilho) com que toda a gente delibera se há-de ou não ter sexo com determinada pessoa, para conversinhas que nos levam a tirar a roupa, para a estupidez masculina que julga ela "dar-nos a volta" quando nos leva para a cama e, raramente percebem que nos levam para a cama porque o nosso maior desejo efémero é "come-los", impaciência e vontade de simplificar suficientes para despreconceituosamente confessarmos que aquilo a que chamam ser uma «granda cabra» se quisermos apenas ter sexo, nós acreditamos que é apenas em acordo mutuo, satisfazermos os nossos desejos sexuais.
Eram sensivelmente cinco da tarde e a seguir esparava-nos uma horinha de exercício, isto equivale ao último dia da semana, ao final de tarde desse mesmo dia, ao cansaço e stress já a expressar-se apenas através do riso e de piadas conseguidas.
Iniciamos a conversa por um mero a caso, e o estado de impaciência para regras de etiqueta, para a complexidade natural (de que partilho) com que toda a gente delibera se há-de ou não ter sexo com determinada pessoa, para conversinhas que nos levam a tirar a roupa, para a estupidez masculina que julga ela "dar-nos a volta" quando nos leva para a cama e, raramente percebem que nos levam para a cama porque o nosso maior desejo efémero é "come-los", impaciência e vontade de simplificar suficientes para despreconceituosamente confessarmos que aquilo a que chamam ser uma «granda cabra» se quisermos apenas ter sexo, nós acreditamos que é apenas em acordo mutuo, satisfazermos os nossos desejos sexuais.
A dada altura, já divagavamos dizendo sítios loucos onde fazer sexo, a Ana e eu dizíamos que numa igreja (uma vez sendo cristãs-católicas) eramos incapazes de o fazer, e a Carolina desprendidamente (sendo ela ateia) declarou "É que era mesmo no altar! Em cima da mesa!", foi hora de um ataque de riso descomunal.
Uma loucura mental divertida e aconselhável, que a mim pessoalmente, até me deixou mais leve e descontraída, Good evening of friday GIRLS!

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