16 de janeiro de 2011

O ADN não é razão para amar:

Ontem troquei a galhofa com os amigos por uma viagem solitária até ao hospital. Ontem senti-me uma rapariga feliz com a sua paz de espirito e mais preenchida por um hora num hospital ao lado dos que me criaram, do que duas ou três horas a rir-me perdidamente com os amigos.
Disse Saramago: "esquecer a minha pátria e a minha terra seria como esquecer-me me do meu próprio sangue", a minha pátria e a minha terra são um casal simples e humilde a quem a idade já não perdoa muitos devaneios, ela do Norte, ele do Alentejo, que me ensinaram a saltar à corda e, que não é, nem nunca será o ADN uma razão para amar!

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